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até breve,
manuel


debaixo ainda que se confundam os silênciosdebaixo by ~Werewolf-Jerusalem
com a vagarosa invenção do tempo,
permancerá um doloroso ruminar de todas as palavras encalhadas
onde jazem as multiplicadas incapacidades
de sobreviver
sem doer.
não dizemos aquilo que nos corrói,
antes apressamos a resolução de todos os sonhos em queda.
é nesse intervalo que se constroem as paralisias,
as repetições,
e mesmo que soubéssemos o desfecho permaneceríamos infectos.
restará um espaço intermédio onde ancoram todas as recordações,
mesmo as suspensas
(desconhecemos os sintomas do universo, e por


II (invólucro)II by ~Werewolf-Jerusalem
menina quebradiça que escorrega pelas esquinas a atrasada erupção da vagina encravada,
a menina atrasada
falecia
sequeosa.
centro do ventre e o sol bem alto a queimar a picado a sua vertical desorientação, menina escorrida
do ventre
ao chão.
a repetição da saudade induz à doença,
por ausência
o desarticulado ruminar das pragas
propagadas
traz o sismo
e a noite.
consequentemente há um fracasso desta memória imaginada,
sei o que resta
do nada que
jazes,
talvez por isso,
te tarde
o escuro,
oblíquo disfarce do segredo em capicua,
más


I ousámos a escalada dos trópicos invertidosI by ~Werewolf-Jerusalem
de vespéra, ontem apressados
repetidamente anunciando o sol, mas afastando os olhos
da síntaxe
amordaçada
do demónio
um dia, à sorte,
a constituição amaldiçoada do veneno e da eternidade,
ou do riso que escapa
das cinzas
para ti,
a convulsão atrasada do adeus
sorri
o tempo que sobra das crias,
este êxtase estatelado
com o cheiro
esverdeado
dos velhos
seria interrompido o vertiginoso esculpir
das cordilheiras anónimas e de todas as paisagens
entaladas
na morte,
o som do crânio
cravado
no crânio
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